quinta-feira, 3 de abril de 2008

Mó!

Sinto falta da tua voz, Mó, sinto falta das nossas conversas. Sinto muita falta das tuas palavras...

Sinto muita, muita falta, de te olhar, até mesmo de te ver andar com a rapidez que te é característica!

Tenho saudades da tua força, mulher!, da tua garra... Mas também tenho saudades da tua ingenuidade de criança. Do teu sorriso envergonhado...

Sinto falta do teu jeito, da tua energia, da tua presença no teu quarto e do tumulto de roupagem que assentava na tua cadeira.

Sinto falta (e que falta!...) de ti.


Mónica, solta essas asas e essas garras, voa e sente até ao fim.


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