sábado, 9 de abril de 2011

2 + 4 = 99

 

O que é não vai deixar de ser. Prometamos.

O que cá vai dentro, de tão forte que é, não me deixa respirar. O oxigénio transforma-se em lágrimas alegres que me escorrem pela face. Todas as palavras ditas nas noites que nunca existiram no conceito de realidade permanecem intactas no meu respirar.

Continuarei sem ar enquanto sempre. 

Blocos.

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