As folhas da minha copa esvoaçam. Afastam-se dos meus ramos,
como se puxadas por cordas de fumo invisível. Não se vêem. Só se sente o levíssimo
peso a deixar os meus braços de madeira, imóveis. E os meus pés que continuam
raízes, colados a este chão que não respira nem engole o tempo que este vento
empurra e protege como se fosse seu.