Agora, nada existe.
Tocas-me e eu desmaterializo-me. Misturo-me com atmosfera do nosso planeta, iluminado apenas pela luz fraca do candeeiro das riscas.
Tornamo-nos sombras que se movem ao som do tempo parado e espantam as paredes com uma pintura secreta e efémera.
Não vejo nada. Só te sinto.
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