quarta-feira, 7 de agosto de 2013
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Frio
quarta-feira, 4 de julho de 2012
Troncos
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
360º
É Verão. Não praia, não rua, não preocupações com o cabelo ou com nada. Não.
Estás longe. A tua ausência é a pior coisa a que alguma vez já estive exposta. Felizmente, ainda fazes o meu telefone tocar de vez em quando. Se não fosse a tua t-shirt amarela com o teu cheiro o meu placebo para iludir as minhas saudades tuas… Acho que já nada seria real ou palpável.
Sou um arbusto.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
I do not love you as if you were salt-rose or topaz,
or the arrow of carnations the fire shoots off.
I love you as certain things are to be loved,
in secret, between the shadow and the soul.
I love you as the plant that never blooms,
but carries in itself the light of hidden flowers.
Thanks to your love a certain fragrance,
risen darkly from the earth, lives darkly in my body.
I love you without knowing how, or when, or from where,
I love you straightforwardly, without complexities or pride,
so I love you because I know no other way than this:
where "I" does not exist, nor "you,"
So close that your hand on my chest is my hand,
So close that your eyes close and I fall asleep.
-Pablo Neruda
sábado, 9 de abril de 2011
2 + 4 = 99
O que é não vai deixar de ser. Prometamos.
O que cá vai dentro, de tão forte que é, não me deixa respirar. O oxigénio transforma-se em lágrimas alegres que me escorrem pela face. Todas as palavras ditas nas noites que nunca existiram no conceito de realidade permanecem intactas no meu respirar.
Continuarei sem ar enquanto sempre.
Blocos.